Em um dispositivo de içamento ou em um frame de transporte, a maior parte da estrutura tolera variações razoáveis. As interfaces, não. São elas que se conectam ao hub, à nacelle ou à pá, e precisam coincidir com o componente do fabricante.
Usinagem nas regiões críticas
Depois de soldada, a estrutura pode ter pequenas deformações. Por isso, faces de apoio, furações de fixação e alojamentos são usinados após a soldagem, garantindo planicidade, posição e paralelismo conforme o desenho.
Medição como etapa do processo
A medição acompanha a usinagem e confirma que cada cota crítica está dentro da tolerância. Os resultados são registrados, o que permite comprovar ao cliente que a interface foi entregue conforme especificado.
Quando essas duas etapas trabalham juntas, o equipamento encaixa na primeira tentativa — e em campo isso faz toda a diferença.






